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Pinto da Costa revela que Wenger e Lucescu assinaram pelo Porto

1 mês ago
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No âmbito da celebração dos 40 anos de presidência do FC Porto, Jorge Nuno Pinto da Costa realizou uma grande entrevista à Revista Dragões. Pelo meio, o líder máximo portista revela que Arsène Wenger e Mircea Lucescu chegaram mesmo a assinar pelo clube azul e branco.

«Consegui contratar todos os treinadores que quis, exceto dois. Um deles foi o Arsène Wenger, que estava então no Monaco e eu acreditava que ele viria a ser um grande treinador. Por intermédio do Luciano D’Onofrio, veio ao Porto, almoçámos no hotel Porto Palácio, na altura Sheraton, ele aceitou vir para o FC Porto. Firmámos, inclusive, condições, porque ele estava convencido de que o Monaco o libertaria e que ele poderia vir, apesar de ter contrato por mais um ano. Mas, contrariamente ao que ele dizia, e nós chegámos a fazer o contrato dentro desse pressuposto, o Monaco não autorizou, nem quis negociar. No ano a seguir surgiu o Arsenal e já não valia a pena estar a fazê-lo vir cá», começou por revelar Pinto da Costa.

No entanto, houve outro nome sonante que esteve inclusive na cidade do Porto: «O outro, o Mircea Lucescu, também esteve cá no Porto e toda essa história foi muito engraçada, porque ele ficou em casa de uma irmã do falecido e querido Reinaldo Teles, onde esteve escondido da comunicação social durante dois dias. A irmã do Reinaldo levava-lhe a comida, porque ele não saía para ninguém o ver, e fechámos contrato. Ele estava no Dínamo de Bucareste e dizia também que o clube o deixava sair, mas o Dínamo não só não permitiu a sua saída, como exigiu um dinheirão. Depois surgiu um clube italiano (Pisa) que pagou o que o Dínamo queria, e ele foi. Ainda hoje me fala nesse episódio, porque quando cá esteve dei-lhe um emblema do FC Porto de brilhantes, que ele usa por vezes. Há tempos veio de férias a Portugal e trazia na lapela o emblema que lhe ofereci. Tive pena, porque, como veio a verificar-se, era um treinador com qualidade e em que eu acreditava. Os dois chegaram a assinar contrato na condição de ser libertados pelos seus clubes».

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